Livro "Ser Mãe é Tudo de Bom" tem depoimentos de mulheres famosas
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Mãe de novo - A deputada federal Rita Camata fala da maternidade após os 40 anos
Ser mãe é tudo bom. É esta idéia que mulheres famosas, de diversas áreas de atuação: apresentadoras, escritoras, jornalistas e médicas, querem passar no livro Ser Mãe é Tudo de Bom - A Maternidade na Visão de Mães Brasileiras Famosas, que a editora Matrix lançou recentemente. Ao todo, 33 mulheres escreveram depoimentos sobre o que significa a maternidade para cada uma delas.
No livro, elas contam como foram o nascimento, a amamentação, o desenvolvimento... até que um dia eles crescem e têm seus próprios filhos. Todos os textos são carregados de alegrias e falam do prazer de ser mãe. Algumas mulheres relatam os apuros por que passam uma mãe de primeira viagem, como a senadora do Ceará Patrícia Sabóia. "Nada foi fácil nos primeiros meses de vida da Lívia. Tudo, para mim, era novidade, era difícil: as cólicas, a amamentação, as noites em claro, as comidinhas, as doenças típicas dessa fase. Muitas vezes, enquanto Lívia chorava de um lado, eu caía aos prantos do outro".
Em outro momento, falam da emoção pura e simples de ser mãe novamente, mesmo quando o bebê é só filho do coração. Aqui um exemplo também de Patrícia. Recentemente, tive mais uma maravilhosa experiência no campo da maternidade ao adotar Maria Beatriz, na época, com 10 meses de idade. Não poderia explicar e traduzir, em poucas linhas, a profusão de emoções que me acompanharam nesse processo".
Há quem fale da diferença entre ser mãe na tenra idade e ser mãe novamente, só que depois dos 40. "Apesar do lapso de 14 anos entre os nascimentos deles, das diferentes fases de minha vida à época da chegada de cada um, vários fatores unem essas situações. O mais importante deles é a sensação de plenitude, e ao mesmo tempo, de grande responsabilidade para com esses seres que me são tão caros, tão especiais", de acordo com a deputada federal Rita Camata.
Parte do dinheiro arrecadado com a venda dos livros será destinado ao Amparo Maternal, entidade paulistana que atende gestantes em situação de risco social, como migrantes, moradoras de rua, usuárias de droga, etc, e que vive em constante dificuldade financeira. Na instituição, nascem mensalmente 1,2 mil bebês, quase 7% de todos os nascimentos da Grande São Paulo. As gestantes nada pagam pelo atendimento que recebem.
A seguir, o Jornal de Jundiaí Regional publica alguns trechos dos depoimentos de algumas dessas mulheres:
A melhor parte da vida
"Quando falo sobre a maternidade, ou se encontro alguma mulher grávida ou o tema é filho, sempre falo que é a melhor parte da vida. E de fato, acho que isso resume quase tudo! Não há nada mais completo, pleno e divino, no sentido literal da palavra. Um amor que não cabe em nós, que está acima de tudo e que inverte a importância das coisas. Ter filho é uma felicidade ímpar e indescritível! Desde a gestação - gerar uma vida (!), produzir uma pessoa dentro de você (!), algo mágico e especialíssimo.
O parto - momento único e maravilhoso. A amamentação - a coisa mais completa que se pode viver, talvez na mesma proporção da riqueza do alimento que produzimos, até... A beleza e a felicidade de ter um bebê lindo (porque ele sempre é lindo, em especial para a mãe)! Depois disso uma criança, com toda a alegria e energia que isso traz para dentro de qualquer casa. E que às vezes fala algo que nos derrete, desmonta e inebria.
Como se você olhasse para aquela criaturinha e pirasse, é como se o mundo todo estivesse ali! O foco muda, a atenção, a prioridade, a organização da vida e todo o resto. Absolutamente cansativo, na mesma medida em que é maravilhoso. Aliás, a natureza é sábia; se não fosse tão lindo e feliz, não agüentaríamos. Se não fosse tanto amor, não haveria humor suficiente para superar os momentos difíceis que quase toda mãe passou e passa. De fato, acho que cada história é uma história. A minha foi linda e ainda sonho que se repita." (Deni Block é assessora de imprensa)
A melhor viagem
A maternidade é uma das experiências mais fantásticas na vida de uma mulher. É uma vivência tão única que ousaria compará-la a uma viagem para um lugar que, à primeira vista, nos parece familiar, mas que, ao ser explorado, nos reserva uma infinidade de sentimentos, emoções e surpresas capazes de nos colocar, a todo momento, diante de um novo desafio.
Sou mãe de quatro filhos: Lívia, de 24 anos, Ciro, de 22, Yuri, de 18, e Maria Beatriz, de 2. Quando minha primogênita nasceu, confesso que tive dificuldades para lidar, com tranqüilidade, com esse novo papel. Talvez isso tenha acontecido porque era muito jovem naquela época. Tinha apenas 21 anos e, diante das novas tarefas que chegam com a maternidade, não raro ficava nervosa, perturbada, confusa e com imensa vontade de chorar. Nada foi fácil nos primeiros meses de vida da Lívia. Muitas vezes, enquanto Lívia chorava de um lado, eu caía aos prantos do outro (...) A vivência da maternidade, porém, tem me ensinado a encarar tais situações com mais calma, paz interior e serenidade - quando possível, evidentemente." (Patrícia Saboya é senadora)
A melhor viagem
Dizem que não criamos os filhos para nós e sim para o mundo. Eu os criei para eles mesmos. Tentando dar a estrutura - física, espiritual, mental e emocional - para que descobrissem o que realmente os satisfaria e realizaria. Para que achassem seu caminho, porque não conheço outra forma de ser feliz. Nem de contribuir efetivamente com o mundo. Em 2007, realizei um velho e acalentado sonho. Fomos juntas conhecer a Espanha, terra de nossos antepassados. Eu, na terra de meus pais, com as filhas, e uma delas grávida. Isto é, elas na terra de seus avós e eu, prestes a me tornar novamente avó, ou o que chamo de mãe sênior. Agora, ambas são mães também. Aliás, grandes mães.
Enfrentamos juntas algumas adversidades, como extravio de bagagem, e as complicações decorrentes disso, e até problemas de saúde, cada uma na sua vez.
Claro que, apesar disso, nos divertimos, mas foi por mérito nosso. O que me encheu de alegria e paz interior. Pude ver que elas estão perfeitamente equipadas para enfrentar os problemas que surgem, com bom humor e autoconfiança. E tive a confirmação de que tenho com elas o que sonhei quando menina e adolescente: uma respeitosa relação de amigas que se amam muito, que são cúmplices de vida.
E, mais importante, elas têm isso entre si. Independentemente do que a vida lhes reserve, elas não estão sós. Uma pode contar com a outra. Com meus filhos aprendi sobre mim, sobre a humanidade e sobre a vida, enquanto aprendia sobre eles e como guiá-los.
Aprendi a me desapegar, aprendi a importância da atitude e, principalmente, aprendi a amar. E meu amor por eles vem me ensinando a ser uma pessoa melhor.
Não paro de aprender, e seria cansativo para mim e para quem me lê, a enorme enumeração desse aprendizado. E de nada adiantaria, porque o aprendizado de cada um é único e intransferível. Assim como são os filhos, únicos e insubstituíveis. Só sendo pai ou mãe para sabê-los." (Alice Ruiz é mãe de Áurea, Estrela e Miguel (falecido)., escritora e compositora).
domingo, 4 de abril de 2010
sexta-feira, 2 de abril de 2010
quarta-feira, 31 de março de 2010
UM HOMEM A MENOS..AI AIIIIII!!!!Ricky Martin assume ser gay
Ricky Martin assume ser gay
"Hoje, aceito o homossexualismo como um presente da vida." Foi com essas palavras que o cantor porto-riquenho Ricky Martin saiu do armário, em seu site oficial. A decisão de assumir sua homossexualidade, tomada depois de começar a escrever suas memórias, já caiu nas redes sociais. E está bombando.
"Ricky Martin é gay, me diga algo que eu ainda não saiba", brinca uma usuária do Twitter. "Ricky Martin aceitou sua homossexualidade. Acho que foi o último a se dar conta dela", escreve outro.
De fato, a orientação sexual do ex-menudo Ricky Martin sempre esteve sob suspeita. Em 2008, o cantor se tornou pai de gêmeos, mas as crianças, Valentino e Matteo, não foram geradas de forma natural. Ele contratou uma barriga de aluguel.
O autor de sucessos como Maria não divulgou quando vai publicar suas memórias. O livro começou a ser escrito no final de 2009, como forma de Martin "desafogar" suas emoções, conforme explicou à época. Parece que está funcionando.
"Hoje, aceito o homossexualismo como um presente da vida." Foi com essas palavras que o cantor porto-riquenho Ricky Martin saiu do armário, em seu site oficial. A decisão de assumir sua homossexualidade, tomada depois de começar a escrever suas memórias, já caiu nas redes sociais. E está bombando.
"Ricky Martin é gay, me diga algo que eu ainda não saiba", brinca uma usuária do Twitter. "Ricky Martin aceitou sua homossexualidade. Acho que foi o último a se dar conta dela", escreve outro.
De fato, a orientação sexual do ex-menudo Ricky Martin sempre esteve sob suspeita. Em 2008, o cantor se tornou pai de gêmeos, mas as crianças, Valentino e Matteo, não foram geradas de forma natural. Ele contratou uma barriga de aluguel.
O autor de sucessos como Maria não divulgou quando vai publicar suas memórias. O livro começou a ser escrito no final de 2009, como forma de Martin "desafogar" suas emoções, conforme explicou à época. Parece que está funcionando.
terça-feira, 30 de março de 2010
the high kings dance at the crossroads
the high kings perform dance at the crossroads, from their first pbs special
The High Kings, Rocky Road to Dublin
The High Kings perform the Rocky Road the Dublin live. From the creators of Celtic Woman.
quarta-feira, 17 de março de 2010
quinta-feira, 11 de março de 2010
meu windows live spaces
meu spaces:
http://cid-958d77358a4bf8da.profile.live.com/?lc=1046
meu blog spaces:
http://odetebatista181.spaces.live.com/
Cocteau Twins - Alice
já que atingi o limite deste blog e prefiro não me desfazer das imagens antigas,porque fazem parte do que amava na época..coloco slides em tudo....bjos,odete batista.
http://detbat2.slide.com
http://www.slide.com/r/WNT9EBdGtz-RYssD3wgzQzoUS3r_zmAt?previous_view=mscd_embedded_url&view=original
Magia de semear o bem.
Magia de semear o bem.
É interessante como não está sendo nada difícil para nenhum ser humano perceber que estamos vivendo uma época que “ter” vale mais do que “ser” e que perdemos o foco do que é realmente importante em nossa passagem pela vida.
Depois de tanto caos da vida contemporânea, ficou visível até mesmo para o mais materialista dos seres, que o sofrimento do próximo nos inquieta, e ajudar o outro é gratificante.
Incrível como receber um sorriso de pagamento, por uma boa ação, passou a ser o estímulo a prática do bem para a maioria das pessoas.
Ainda estamos distantes desta consciência de amor incondicional geral, mas estamos no caminho certo.
E o legal é perceber que “ser humano” é epidêmico e quanto mais o ser pratica o ato de “amar o próximo”, mais e mais pessoas dão sequência.
Ajudar o outro, sorrir, dar passagem, agradecer, são gestos que gostamos de receber e que se tornão hábito quando praticamos.
Se cada um fizer sua parte, sem desanimar com os poucos mal agradecidos, vamos ter muito mais que um milhão de amigos.
Somos todos “UM”.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Aprenda sobre a pedra turquesa
Turquesa
Grupo da Apatita.
Sistema: Triclínico.
Composição química: Fosfato de alumínio, potássio contendo cobre.
Cor: Azul celeste, azul esverdeado, verde maçã.
Clareza na comunicação. Expressão emocional equilibrada. Protege quem a usa de vibrações perniciosas. Usada na meditação ajuda a intuição. Suas qualidades são as de proporcionar uma sensação saudável ao organismo e de transmitir uma sensação de bem-estar e alegria. Quando apresenta estrias ou manchas por inclusões de prata, tem suas vibrações intensificadas em benefício do campo emocional, ativando-o e oferecendo perspectivas mais esperançosas em relação ao futuro. Quando apresenta inclusões de cobre, converte-se num condutor que equilibra o funcionamento do sistema respiratório e normaliza os pulmões. Em geral, esta pedra contribui nas experiências relacionadas com a memória e o resgate de vivências do passado. Cria força, protege e ajuda a comunicação.
Signo: Todos.
Profissões: Educador, Operário, Político, Veterinário.
Planetas: Vênus e Urano.
Meses: Julho e Dezembro.
Chacras: Quinto.
links de albuns e coisas q gosto.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Momento cultural
Antigamente, no Brasil, para se ter melado, os escravos colocavam o caldo da cana-de-açúcar em um tacho e levavam ao fogo.
Não podiam parar de mexer até que uma consistência cremosa surgisse.
Porém um dia, cansados de tanto mexer e com serviços ainda por terminar, os escravos simplesmente pararam e o melado desandou.
- O que fazer agora?
A saída que encontraram foi guardar o melado longe das vistas do feitor.
No dia seguinte, encontraram o melado azedo fermentado.
Não pensaram duas vezes e misturaram o tal melado azedo com o novo e levaram os dois ao fogo.
Resultado: o 'azedo' do melado antigo era álcool que aos poucos foi evaporando e formou no teto do engenho umas goteiras que pingavam constantemente.
Era a cachaça já formada que pingava. Daí o nome 'PINGA'.
Quando a pinga batia nas suas costas marcadas com as chibatadas dos feitores ardia muito, por isso deram o nome de 'ÁGUA-ARDENTE' .
Caindo em seus rostos escorrendo até a boca, os escravos perceberam que, com a tal goteira, ficavam alegres e com vontade de dançar.
E sempre que queriam ficar alegres repetiam o processo.
História contada no Museu do Homem do Nordeste.
Não basta somente beber, tem que conhecer.
Eu tive que por esta.....
NEGÃO NO ELEVADOR...
'Um cara meio fracote e raquítico, pega o elevador. Junto com ele entra um
negão imenso. O cara fica meio assustado com o tamanho do negão e o olha de
cima a baixo.
O negão percebe e fala:
- Tenho 2 metros de altura, 180 quilos, 30 centímetros de p..., o saco pesa
três quilos: FELIPE COSTA, seu criado!
O cara fracote e raquítico cai duro e desmaia!
O negão então da uns tapas na cara do coitado, acorda-o e lhe pergunta:
O que houve cara, por que você desmaiou? O cara ainda meiodesacordado - responde:
- Desculpe, o que foi mesmo que você disse?
- Eu disse: Tenho 2 metros de altura, 180 quilos, 30 centímetros de p..., o saco pesa três quilos, FELIPE COSTA, seu criado.
- Ah!!!!! Graças a Deus... Eu tinha entendido: FIQUE DE COSTA, seu viado...'
Criança tem cada uma!
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