quinta-feira, 17 de março de 2011

Assistindo muito terror?



Um programa de TV vez uma brincadeira interessante para testar como anda a coragem das pessoas, e como somos influenciados pelo que assistimos na televisão, vejam a hilária reação das pessoas ao encontrarem uma menininha vestida de branco em um corredor de hotel.

O que você é



Não tente adivinhar o que as pessoas pensam a seu respeito.
Faça a sua parte, se doe sem medo.
O que importa mesmo é o que você é.
Mesmo que outras pessoas não se importem.
Atitudes simples podem melhorar sua vida.
Não julgue para não ser julgado.
Um covarde é incapaz de demonstrar amor, isso é privilégio dos corajosos.

(Mahatma Ghandi)

segunda-feira, 14 de março de 2011

Seja um criminoso sexy e na moda! HILÁRIO.



Compre já sua barba de pedofilo sexy,
e também um sexy oculos p te deixar com mais cara de pedofilo...e tem também o óculo para "aquele cara com problema".E mais....

sexta-feira, 11 de março de 2011

Paixão revelada



Paixão revelada
Cientistas falam sobre a origem e as conseqüências do mais arrebatador dos sentimentos.


Se existe algo que não combina com ciência, matemática e laboratórios, essa coisa é a paixão. Pois não é que esse sentimento imprevisível e espontâneo é hoje um dos principais objetos de estudo científico? É verdade. Os apaixonados estão na mira de psicólogos, antropólogos, sociólogos e historiadores. E as expectativas das pesquisas são grandes. Espera-se que os suspiros dos amantes desvendem, entre outras coisas, a evolução humana, mudanças sociais e até o funcionamento do cérebro.

Achou pouco? Pois tem mais. A antropóloga Helen Fisher, da Universidade Rutgers, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, diz que o modo como a paixão é vista nas diferentes sociedades é a chave para se entenderem mecanismos como liberdade, poder e submissão feminina. Para outro renomado estudioso do tema, o sociólogo italiano Francesco Alberoni, a paixão entre duas pessoas é feita do mesmo combustível que move as grandes revoluções. Entendê-la seria um passo importante na compreensão dos movimentos de massa. E o psiquiatra James Leckman, da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, acha que a maneira como as pessoas lidam com a paixão é um indicador de saúde mental.

O interesse científico pelo tema começou nos anos 60. A paixão passou a ser mais valorizada e respeitada pela academia. "Antes da Segunda Guerra, a paixão era vista como um sentimento de segundo escalão, mais para ser vivida por adolescentes do que por adultos. A ciência não prestava muita atenção nela", diz Helen Fisher.

O primeiro estudo sério surgiu há apenas 40 anos. A psicóloga americana Dorothy Tennov examinou 400 apaixonados e concluiu que eles funcionavam todos do mesmo jeito, porque a paixão provoca os mesmos sintomas em todos.

Bem, para quem nunca sentiu isso, seguem as descobertas da pesquisa: na presença do objeto da paixão, os apaixonados sentem o coração bater mais rápido e um frio na barriga. Eles passam noites sem dormir e perdem o apetite. "Nesse ponto, a paixão é bem diferente do amor, que é um sentimento muito mais voltado para a estabilidade, sem grandes sobressaltos, que as pessoas não vivem de forma igual", diz Helen.

*****Uma pesquisa recente da psiquiatra italiana Donatella Marazziti, da Universidade de Pisa, mostrou que diversas substâncias cerebrais são liberadas quando estamos apaixonados, o que ajuda a explicar, do ponto de vista químico, as noites maldormidas e a perda de apetite. É tudo culpa de estimulantes naturais como a dopamina e a norepinefrina, produzidas em quantidades maiores que o usual por quem se apaixona. Essas substâncias são as mesmas utilizadas em moderadores de apetite.

Segundo Donatella, o estudo da paixão é importante para o entendimento do mecanismo que aciona determinados circuitos cerebrais a partir de uma forte emoção. "É mais fácil examinar o cérebro dos apaixonados porque a paixão é um sentimento poderoso, que mexe com a química do organismo mais do que todos os demais", explica. O estudo, realizado há dois anos, é resultado de uma nova tecnologia. Até então, não havia como examinar as substâncias cerebrais em detalhe.

******É por causa dessa revolução química no cérebro, aliás, que nenhuma paixão dura muito. Apesar de ser um sentimento delicioso, uma paixão que durasse dez anos ****acabaria com a vida de um sujeito. "Isso seria biologicamente impossível. Nenhum ser humano agüentaria ficar anos a fio sem comer ou dormir direito", diz o psiquiatra James Leckman. Em média, o prazo de validade da paixão é de dois a três anos. "Mas isso não é uma regra, já que a paixão por definição é imprevisível", diz Leckman.

Segundo Helen, o ser humano tem vivido esse sentimento cada vez mais. Para ela, isso é sinal de evolução do comportamento humano. Segundo a antropóloga, uma pesquisa recente da Organização das Nações Unidas mostrou que, em dois terços dos países, as pessoas declararam ter estabelecido um relacionamento com base na paixão, tanto no Ocidente como no Oriente. Há 50 ou 60 anos, diz ela, o número não chegaria a 50%. Ela atribui a mudança a dois fenômenos. O primeiro é a crescente independência econômica da mulher, que com isso pode escolher livremente seus parceiros. O segundo é que, em muitos países, caíram as proibições de casamentos entre pessoas de classes, raças ou religiões diferentes. Significa que o fim do apartheid na África do Sul, em 1994, e a ascensão da classe média na Europa, depois da Segunda Guerra, fizeram da Terra um lugar mais apaixonado. "Não existe paixão sem liberdade de escolha", diz ela.

Mas isso não basta. Para apaixonar-se é preciso estar com o coração predisposto, segundo o psicoterapeuta e psicólogo Eduardo Ferreira-Santos, do Serviço de Psicoterapia do Hospital das Clínicas de São Paulo. "Ao contrário do que diz o senso comum, não nos apaixonamos por acaso. É preciso estar pronto para essa experiência", diz ele. Pessoas com medo de dar esse mergulho no escuro inconscientemente criam barreiras para não se apaixonar. "Isso não é saudável, já que se deixa de viver a vida", afirma o psicoterapeuta.

Mas existem pessoas que, mesmo que quisessem, nunca se apaixonariam. É o caso dos autistas, que desconhecem os sentimentos de ligação com outro ser, de acordo com Leckman. Para o psiquiatra, quem é dependente de drogas também perde a capacidade de experimentar a paixão. "Algumas substâncias químicas acabam impossibilitando qualquer troca, o que mata a paixão."

No outro extremo, o excesso de ligação pode se tornar doentio, como no caso de pessoas que deixam de cuidar da própria vida para viver em função do outro. "Isso é uma doença, uma desordem que na psiquiatria chamamos de obsessiva-compulsiva e precisa ser tratada", diz Leckman. Também há um limite saudável para o desejo de ser correspondido na paixão. Quando é evidente que não existe um interesse do outro e mesmo assim o apaixonado continua a acreditar que é correspondido, isso também é sinal de doença. "Patologias assim podem levar até a assassinatos e suicídios", diz o psiquiatra.

O adulto que curte uma paixão por alguém inacessível, como um artista famoso, também está na contramão da boa saúde mental, segundo o psicoterapeuta Eduardo Ferreira-Santos. Na primeira fase da adolescência, até 14 anos, é normal um garoto se apaixonar pela Fernanda Lima e ficar horas olhando o pôster dela. (E fazendo outras coisas, também. Mas é melhor não entrar em detalhes.) Mas um adulto que continua idolatrando uma pessoa inacessível sofre de algum distúrbio. "Geralmente, isso é sinal de que a pessoa não consegue viver um amor de verdade com uma pessoa de carne e osso, por conflitos mal resolvidos com o pai ou a mãe", explica o psicoterapeuta. Casos de fanatismo e adoração religiosa também entram nessa categoria. "É sempre paixão sublimada, que, em vez de ser direcionada para um ser humano com o qual é possível ter um relacionamento, acaba desviada para um objeto inalcançável."

Já apaixonar-se pelo vizinho, pelo colega de trabalho ou o amigo do curso de inglês é sinal de um bom desenvolvimento psicológico, segundo Eduardo Ferreira-Santos.

Mas por que nos apaixonamos por uma pessoa e não por outra? A ciência ainda não tem resposta para essa pergunta. Mas há pesquisa a respeito. O que já se sabe é que isso não tem nada a ver com os melhores genes para a evolução da espécie. A paixão não tem raízes biológicas, segundo o biólogo evolucionista James Weinrich, da Universidade da Califórnia. Afinal, esse sentimento nunca foi nem será necessário para a procriação. Portanto, a sobrevivência da espécie não depende dela. "Como os animais, que fazem sexo por um impulso biológico, o ser humano também pode ter relações sexuais sem estar apaixonado", diz o biólogo. A escolha do objeto da paixão, portanto, tem explicações mais centradas no coração e na alma do que na ciência.

Geralmente, nos apaixonamos pelas pessoas que correspondem a um conjunto de expectativas que formamos ao longo da vida, muitas vezes com base em experiências vividas na infância. "Somos influenciados por experiências amorosas que tivemos na infância, seja com os adultos que participavam da nossa vida ou com outras crianças, pelas relações amorosas da vida adulta e até por filmes, músicas e livros", afirma Leckman. Esse tema, aliás, é o objeto de estudo de sua pesquisa atual: o quanto os namoros infantis podem influenciar as escolhas do adulto. "É um estudo inédito, partindo do princípio que as crianças também vivem amor e paixão, em algum grau", diz o psiquiatra. Mas ele lembra que será impossível explicar cientificamente por que nos apaixonamos por uma determinada pessoa. "Os motivos são inconscientes, inacessíveis."

Em Fragmentos de um Discurso Amoroso, o filósofo Roland Barthes faz um longo e poético estudo sobre a paixão e o amor. Escrita em 1977, a obra expõe tautologias aparentemente insuperáveis, como "Adoro você porque você é adorável". Mas essa inspiração é milenar. O ser humano vem cantando sua adoração pela cara-metade há pelo menos 3 mil anos, data dos primeiros registros de poemas românticos.

Muito antes disso porém, na pré-história, o ser humano já se apaixonava. Segundo o historiador francês Jean Courtin, do Centro Nacional de Pesquisa Científica, da França, o Homo sapiens sente paixão desde seus primeiros passos na Terra. Tudo teria começado há 40 mil anos, quando o homem começou a exercer sua sensibilidade pintando as paredes das cavernas, fabricando adornos e fazendo funerais. "Essas manifestações indicam um cérebro dotado de emoção", diz o historiador. Segundo ele, não há por que não crer que os primeiros humanos se apaixonavam, já que a paixão faz parte da nossa natureza. A arte das cavernas, considerada um testemunho histórico, não retrata apenas bisões e outros animais, mas também casais, algumas vezes até em posições, digamos, românticas. Diferentemente de animais como lobos, esquilos e corvos, que formam pares para a vida toda por instinto, o ser humano dotou de significado afetivo suas escolhas e se apaixonou.

Para a antropóloga Helen Fisher, a paixão possivelmente era vivida de forma bastante intensa e sem amarras nos primórdios da humanidade, já que não havia regras sociais que pudessem influir no comportamento das pessoas. "Quando o homem era coletor e caçador, os recursos eram naturais e não havia propriedade e hierarquia. A paixão florescia com a toda a força, e as pessoas tinham relações livres umas com as outras", diz ela.

A coisa mudou de figura há 10 mil anos, quando o homem inventou a agricultura, a casa e o aglomerado urbano. Desde então, a preocupação com a herança e a propriedade passou a ser mais importante que a paixão. Esse período desapaixonado, no entanto, teve suas exceções. Na sofisticada cultura grega, por exemplo, a paixão teve um lugar de honra no Olimpo dos deuses. Segundo a mitologia grega, foi essa volúpia que uniu, pela primeira vez, uma divindade (Eros, mito do amor) e um mortal (Psiquê, mito que representa a alma). Da união nasceu Voluptas, o Prazer.

A Idade Média, ao contrário, foi uma época de paixões veladas, proibidas. Apaixonar-se era considerado quase um pecado, uma leviandade que tirava o cristão dos trilhos da moral religiosa, que proibia o sexo antes do casamento. A sociedade também não via com bons olhos relacionamentos entre pessoas de classes sociais diferentes, postura que perdurou até pouco tempo atrás. "Claro que as pessoas se apaixonavam, porque isso faz parte da essência humana e não pode ser bloqueado por uma convenção social, mas a paixão não era a base dos relacionamentos", afirma a antropóloga.

Para James Leckman, por mais que a paixão seja estudada, o sentimento ainda vai permanecer em grande parte um mistério. "Tomara que assim seja, porque não existe nada mais mágico do que a paixão", diz ele.



Para saber mais





Na livrariaAnatomia do Amor
Helen Fisher, Eureka, 1995



Sexual Landscapes: Why We Are, What Are We, Why We Love, Whom We Love
James Weinrich, Charles Scribner's Son, 1987



Fragmentos de um Discurso Amoroso
Roland Barthes, Francisco Alves, 1991



Enamoramento e AmorFrancesco Alberoni, Rocco, 1991

http://super.abril.com.br/

quinta-feira, 10 de março de 2011

OS MAIS FEIOS DE HOLLYWOOD

Christian‑Bale:ser
feio pode, mas assim é até falta de educação,
né?!

shia labeouf:
nova versao de bad boy, com cara de tião carneiro.

Mark Ruffalo:
não suporto esse cara! além da cara de mané, tem cara de quem não toma banho.

Adam Sandler:
tá gordinho e tá se achando...gordinho não é ruim, o ruim é se achar!!!

seth rogen:
alguém ai assistiu "besouro verde"?
o cara é tão chato e escroto que saí antes de acabar o filme...ôh,chatice!!!

Jim Parsons:
acho que com esse corte de cabelo,não preciso dizer mais nada...

rupert grint:
kacetillllldes! faltam-me palavras...

Seth Green:
até que não tá tão feio nessa foto,
mas é outro dragão...chama São Jorge.

jon heder:
esse com cara de quem cheirou cola,tá sempre rindo.tonto!

Zack Ward:
ai,jesus! pinta esse cabelo,
pelo amor de Deus!

Paul Giamatti:
todo filme que assisto com esse cara, ele faz papel de mau...mas ele te cara e quem apanha da mulher....

ODETE B.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Lendas Urbanas Brasil

Photobucket
A Loira do Banheiro (ou a Mulher de Algodão)

Essa é sem dúvida a lenda mais conhecida da lista, já tinha ouvido diversas versões diferentes em diversos estados diferentes (já morei em Minas Gerais, São Paulo, Alagoas, Bahia e Espirito Santo, sou cigano mesmo rsrsr...) dessa mesma lenda, mas no final, a base era quase sempre a mesma. Uma aluna (algumas vezes uma professora) loira e muito bonita que aparece nos banheiros dos colégios assustando os estudantes que matam aula. Uma constate em todas as versões é o algodão, a Loira está sempre envolta nele, ou com ele saindo de suas feridas, olhos e ouvidos. Algumas versões a retratam como um professora que foi assassinada por alunos revoltados, que não satisfeitos, a torturaram fazendo cortes profundos em sua pele e enfiando algodão nas feridas. Em outras versões ela é uma aluna que morreu no banheiro da escola enquanto matava aula (às vezes devido a um escorregão que terminava com sua cabeça na privado, outras vezes ela morria sufocada com um mau cheiro que saía do ralo, bizarro mesmo!), após sua morte, seu espirito passou a ficar vagando pelos banheiros assustando os alunos que matam aula como ela fazia, nesse caso o algodão é referente aos tufos que os médicos enfiam no nariz, boca e ouvidos dos mortos por conta das secreções post mortem. Há ainda quem diga que pode-se invocar a Loira do Banheiro dando descarga três vezes, depois chutando o vaso uma vez e por fim virando-se rapidamente para o espelho.

ouija Pictures, Images and Photos
A brincadeira do copo(OU TÁBUA OUIJA)

Junto com a Loira do Banheiro, essa é outra das mais famosas, até porque muitos dos que estão lendo isso agora já devem ter "brincado" de invocar espíritos com um copo alguma vez durante sua adolescência. A lenda em torno dela (fora a própria efetividade da brincadeira) é a de um grupo de amigos que resolveu fazer a famigerada brincadeira durante uma festa, um deles era descrente e só de sacanagem resolveu perguntar se alguém naquela mesa iria morrer recentemente, a resposta foi sim e logo em seguida o copo (em algumas versões ele é substituído por uma lapiseira) se estilhaça na frente de todos. Algum tempo depois, eles ficam sabendo que o rapaz cético que não "respeitou” o espírito havia morrido num acidente de carro.

Photobucket
O Bebê Diabólico

Diz a lenda foi popularizada pelo famoso (e extinto) jornal NP (Notícias Populares) que circulou por 20 anos no Brasil e criou diversas das lendas urbanas que conhecemos, dentre elas está a do Bebê Diabo. Segundo o jornal ele era um bebê que nasceu com chifres, cascos e rabo e, de acordo com a mãe da criança, o próprio capeta era o pai. Provavelmente ele não passava de um criança que nasceu com algum defeito genético, mas como "bebês satânicos" vendem mais que "crianças deformadas", ele acabou ganhando esse estigma.
Outras versões dessa lenda se passam em cidades grandes e são protagonizadas por motoristas de táxi, nelas o taxista recebe uma passageira muito bela e jovem, ela pede uma corrida até um cemitério qualquer da região, chegando lá ela dá ao motorista o endereço de sua casa e diz que lá ele irá receber seu pagamento, no dia seguinte, quando o motorista vai receber o dinheiro, o pai da menina lhe diz que é impossível sua filha ter feito essa corrida, afinal, ela havia morrido há muitos anos. O taxista, sem entender nada, fica ainda mais confuso ao reconhecer numa foto a menina que ele conduziu no dia anterior.


A boneca maldita
Essa história tem várias versões, alguns dizem que a boneca da Xuxa era amaldiçoada e que à noite ela ganhava vida e matava as criancinhas (há também quem diga que ao invés de matar as crianças, a boneca fazia com que elas matassem seus pais). Outros dizem que o boneco do Fofão vinha com uma adaga (ou uma vela negra, ou ainda um revólver) dentro dele.
Algumas versões mais estendidas diziam que esses bonecos eram fabricados por uma seita satânica e que essa seita os "carregava" com energias “demoníacas” para levar as crianças para o "mal". Foram tantas versões sobre o assunto que chegaram a chamar os inocentes brinquedos de Caixas de Pandora.

LENDAS,URBANAS
Amor de mãe
Havia acontecido um terrível acidente na estrada como era um enorme barranco ninguém havia visto o carro despencado, porem passando por ali na rodovia um rapaz de nome Adriano cantava e trafegava devagar quando viu uma mulher mal se via seu rosto com tanto sangue e ferimentos gritando por socorro desesperadamente o moço então parou seu carro ela mal conseguia falar só pedia pra que ele salvasse seu filho então ele olhou para o barranco e avistou o carro já vazando gasolina e todo arrebentado ele correu ate o carro pegou uma corda amarrou nele e amarrou em uma arvore desceu o barranco viu a criança e o susto à mulher isso mesmo a mulher que havia parado seu carro pedido socorro estava entre as ferragens mais como era possível ela estava na estrada havia pedido socorro então como estava desacordada dentro do carro, bem não era tempo para pensar então ele correu com a criança ate a estrada e chamou a ambulância quis acompanhar ele ate o hospital chegando lá perguntou ao medico sobre a mulher, A mãe, que me pediu socorro e o medico lhe respondeu “impossível meu caro não houve sobrevivente alem do garoto a mãe morreu na hora… Adriano não tira da cabeça aquela imagem da mãe lhe pedindo ajuda e sempre se pergunta: “será que é possível um amor de mãe sobreviver alem da morte?”

A.MORTE,PEDE,CARONA
A morte pede carona
No Brasil, são motoristas de táxi que pegam uma linda garota na frente do cemitério. Ela pede para dar um rolê pela cidade e desce novamente na porta do cemitério. Na hora de pagar, manda o motorista ir buscar o dinheiro na casa dos pais dela. Ele pega o endereço e vai. Ao chegar, é atendido por um senhor. Ele conta a história. O homem, a princípio desconfiado, fica transtornado quando o taxista descreve a moça, suas roupas e sua fisionomia. E ainda aponta uma foto na parede. “É aquela moça”, diz o taxista. “Era minha filha”, responde o velho. “Morreu muitos anos atrás.”

LENDAS,URBANAS,ROUBO,DE,RIM
O roubo dos rins
Uma das lendas urbanas mais assustadoras foi também uma das primeiras a se espalhar como praga com a popularização da internet
Teria sido criada em 1997, quando um e-mail começou a circular na rede alertando para o novo e aterrorizante crime que acontecia em algumas cidades do planeta. As vítimas, no início da lenda, eram turistas ou pessoas viajando a negócios. Em algum bar da cidade, um estranho sedutor ou uma linda estranha puxava conversa, convidava o visitante para ir a um lugar mais tranquilo e oferecia um drinque. Em pouco tempo, a vítima ficava zonza e desmaiava. Acordava horas depois numa banheira cheia de gelo.
Ao lado da banheira, um telefone e um bilhete: “Ligue para o serviço de emergência imediatamente”. Apavorada, a pessoa descobria uma grande incisão nas costas. Seu rim tinha sido retirado cirurgicamente para ser vendido no mercado negro de órgãos. O pânico chegou a tal ponto que órgãos de saúde dos Estados Unidos fizeram uma campanha pedindo para que vítimas do tenebroso golpe fizessem contato. Ninguém ligou. Mas a história rendeu um curta-metragem que ainda circula pela rede.

terça-feira, 8 de março de 2011

segunda-feira, 7 de março de 2011

sexta-feira, 4 de março de 2011

Colorfull






colorfull sceen Pictures, Images and Photos


Tierra Hueca - Video real de apertura



Grabacion sobre apertura de la Tierra hueca, nubes entran y por los huecos reflejan el Sol interno encima se produce aurora boreal.. Las borrascas y ciclones no producen Auroras ni reflejos de luz desde su interior. Se desconoce la procedencia del video. El video es autentico pero no se puede explicar al 100% .

Septiembre 2010
Bueno estas imágenes por lo que e podido averiguar, cosa que no me a sido nada fácil, encontrar justo las imágenes que demostraran su posible veracidad de este documento sobretodo conseguir ver y saber a que tipo de nave o avión podía pertenecer la venta desde donde se filmo estas imágenes tan impresionantes.

El video que veis es totalmente real, no hay manipulación ninguna, ni es un volcán, ni nada por el estilo, tampoco puedo probar al cien por cien que es, pero hay una hipótesis que nos señala que puede ser.

La nave desde la que se tomaron estas filmaciones es muy posiblemente el transbordador espacial STS-80 - USA -- NASA, en 1996, como podéis ver en la grabación se ve una parte del fuselaje del transbordador que en realidad es una de sus compuertas ya que en el momento de la filmación estas estaban abiertas y colocando un satélite o algún tipo de dispositivo espacial. La venta desde donde se filmo en realidad hay dos ventanas iguales una al lado de la otra, estas estan situadas en el techo de la cabina.

En cuanto sepa como pasar el formato de video etc.. lo pondré todo junto para que lo podáis ver sin dudas.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Luis Fernando Veríssimo



Pensando bem em tudo o que a gente vê e vivencia
e ouve e pensa, não existe uma pessoa certa pra gente.
Existe uma pessoa que se você for parar pra pensar é, na verdade, a pessoa errada.
Porque a pessoa certa faz tudo certinho!
Chega na hora certa, fala as coisas certas,
faz as coisas certas, mas nem sempre a gente tá precisando das coisas certas.
Aí é a hora de procurar a pessoa errada.
A pessoa errada te faz perder a cabeça, perder a hora, morrer de amor...
A pessoa errada vai ficar um dia sem te procurar
que é pra na hora que vocês se encontrarem
a entrega ser muito mais verdadeira.
A pessoa errada, é na verdade, aquilo que a gente chama de pessoa certa.
Essa pessoa vai te fazer chorar, mas uma hora depois vai estar enxugando suas lágrimas.
Essa pessoa vai tirar seu sono.
Essa pessoa talvez te magoe e depois te enche de mimos pedindo seu perdão.
Essa pessoa pode não estar 100% do tempo ao seu lado, mas vai estar 100% da vida dela esperando você.
Vai estar o tempo todo pensando em você.
A pessoa errada tem que aparecer pra todo mundo,
porque a vida não é certa.
Nada aqui é certo!
O que é certo mesmo, é que temos que viver cada momento, cada segundo, amando, sorrindo, chorando, emocionando, pensando, agindo,
querendo,conseguindo...
E só assim, é possível chegar àquele momento do dia em que a gente diz: "Graças à Deus deu tudo certo"
Quando na verdade, tudo o que Ele quer é que a gente encontre a pessoa errada pra que as coisas comecem a realmente funcionar direito pra
gente...

Luis Fernando Veríssimo

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Angelina Jolie



Nome: Angelina Jolie Voight
Data de Nascimento: 04 de junho de 1975
Local de Nascimento: Los Angeles, California - EUA


Alguns fatos de sua vida:

Seus pais, a atriz francesa Marceline Bertrand, que hoje em dia cuida da carreira da filha, e o premiado ator Jon Voight, vencedor do Oscar de Melhor Ator por Amargo Regresso (78), separaram-se quando Angelina tinha pouco mais de um ano de idade, obrigando a atriz, seu irmão e sua mãe a mudarem-se para a cidade de Palisades, em Nova Iorque. A partir de então, o relacionamento entre pai e filha tornou-se problemático e, por muitos anos, ambos nem sequer se falaram. A situação só mudou recentemente, após a cerimônia do Oscar deste ano, quando pai e filha abriram a guarda e resolveram declarar paz, pelo menos temporariamente.

Angelina entrou com 12 anos para o Lee Strasberg Theatre Institute, onde participou em diversas peças do mesmo. Frequentou também a universidade de New York, tendo-se graduado em Filme. Trabalhou também como modelo profissional em Londres, New York e Los Angeles e participou em vídeos musicais dos Rolling Stones, Meat Loaf, Lenny Kravitz, Antonello Venditti e The Lemonheads. Também participou em 5 das obras que o seu irmão James Haven Voight, realizou para a escola de cinema da Califórnia do Sul que frequentava na altura.

Mesmo antes de ser treinada a atuar, seu pai lhe deu a oportunidade de estrear profissionalmente em "Lookin' to Get Out" (filmado em 1980 e lançado dois anos depois), co-produzido e escrito por Jon Voight.

Emancipada desde os 16 anos, a polêmica atriz, que coleciona punhais para supostamente utilizá-los em seus jogos sexuais e que recentemente declarou à revista Time suas experiências com drogas e bissexualismo, foi uma top-model de sucesso antes de iniciar seriamente sua carreira no cinema em 1993, quando co-estrelou o filme de ficção científica Cyborg II (93), em que interpretou a andróide Cash. . Porém foi em "Hackers - Piratas de Computador"(1995) que ela ficou sendo um pouco mais conhecida, apesar do roteiro não ser tão bom quanto em "Cyborg II".

Em 1996 ela trabalhou em três ótimos projetos, em "Rebeldes" interpretando uma valente colega de classe que encorajou as outras companheiras a vingar de um professor sexualmente degenerado; na comédia "Duas Famílias em Pé de Guerra" Angelina interpretou uma jovem que se apaixonou pelo vizinho que é considerado inimigo de sua família depois que atuaram juntos numa peça teatral e ainda no drama "Without Evidence" onde fez o papel de uma adolescente drogada.

No ano de 1997, formou-se em cinema na Universidade de Nova Iorque onde teve a oportunidade de trabalhar com atores veteranos como Holly Hunter, Ed Harris e Amy Madigan. Participou também de alguns clipes musicais, entre eles Anybody Seen My Baby?, dos Rolling Stones, e recebeu sua primeira indicação ao Emmy como Melhor Atriz Coadjuvante por sua atuação como Cornélia Wallace, a esposa de um político na minisérie de televisão George Wallace. Foi graças a esse papel que Angelina não nos privou de sua presença nas telas, pois ela já demonstrava certa decepção com os personagens que vinha interpretando.

A atriz também atuou o sucesso de bilheteria ''O Colecionador de Ossos'' ao lado de Denzel Washington e também estrelou em outro grande sucesso de bilheteria "60 Segundos" ao lado de Nicolas Cage. Em ''Garota, Interrompida'', Jolie é Lisa, uma psicopata que abraça sua condição ao invés de lutar contra ela. Contracenando ao lado de Winona Ryder, Jolie rouba a cena tanto pelo talento como pela beleza. Fez sucesso em "Tomb Raider" filme, baseado num jogo de video game, onde Angelina Jolie encarnou na pele de Lara Croft, ela treinou durante três meses antes de iniciar a produção e fez suas próprias cenas de ação.

Extremamente sexy, polêmica, com uma voz rouca provocante, um olhar penetrante e lábios carnudos, a beleza e o talento da atriz Angelina Jolie, atributos capazes de atordoar completamente a libido masculina, finalmente foram premiados à altura. Em março de 2000, o mundo e a Academia de Artes e Ciências de Hollywood reverenciavam o talento da jovem atriz de 25 anos, filha de um casal de atores, que não gostava de ser conhecida por sua descendência e que era tida, até então, como uma garota linda mas rebelde. O prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante por sua interpretação marcante de uma sociopata no filme Garota, Interrompida (99) alavancava definitivamente sua carreira. Suas atitudes transformaram-na em uma espécie de bad girl de Hollywood, uma versão radical de atrizes bem comportadas e de sucesso, como Gwyneth Paltrow ou Jennifer Aniston.

Angelina se casou com seu primeiro marido, Jonny Lee Miller (com quem contracenou em HACKERS), em Março de 1996, Angelina vestiu roupas de borracha preta e nas suas costas tinha o nome do namorado escrito com o próprio sangue dela (em janeiro de 1997 separaram-se e fevereiro de 1999 divorciaram-se legalmente). Em Maio de 2000, casou com Billy Bob Thornton em Las Vegas, Angelina usa ao pescoço um amuleto com sangue do actor e tem uma tatuagem (ela tem 10 tatuagens) no cimo do braço esquerdo com o nome "Billy Bob".


Relação de filmes para cinema, vídeo ou TV.

(Sharkslayer - Voz - 2004)

(Beyond Borders - 2003)

Tomb Raider 2 (Lara Croft and the Cradle of Life: Tomb Raider 2 - 2003)

(Life or Something Like It - 2002)

(E! Rank: 25 Toughest Stars - TV - 2001)

Pecado Original (Original Sin - 2001)

Tomb Raider (Lara Croft: Tomb Raider - 2001)

(73rd Annual Academy Awards, The - TV - 2001)

60 Segundos (Gone in Sixty Seconds - 2000)

(AFI's 100 Years... 100 Stars - TV - 1999)

Garota Interrompida (Girl, Interrupted - 1999)

Colecionador de Ossos (Bone Collector, The - 1999)

Alto Controle (Pushing Tin - 1999)

Corações Apaixonados (Playing by Heart - 1998)

Corações Apaixonados (Hell's Kitchen - 1998)

Gia - Fama e Destruição (Gia - TV - 1998)

Brincando Com a Morte (Playing God - 1997)

(George Wallace - TV - 1997)

(True Women - TV - 1997)

Sob o Luar de Mojave (Mojave Moon - 1996)

Rebeldes (Foxfire - 1996)

Duas Famílias em Pé de Guerra (Love Is All There Is - 1996)

(Without Evidence - 1995)

Hackers - Piratas de Computador (Hackers - 1995)

Cyborg 2 (Cyborg 2 - 1993)

(Lookin' to Get Out - 1982)


Apresentações como convidada especial


Larry King Live" (1985) playing "Herself" in episode: "Larry King Weekend" 4 August 2001

"Big Breakfast, The" (1992) playing "Herself" 4 July 2001

"Revealed with Jules Asner" (2001) playing "Herself" in episode: "Angelina Jolie Revealed


http://www.webcine.com.br/

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

ANDO TÃO MÓRBIDA!!!RISOS....



Os seis experimentos científicos mais macabros já realizados

Ana Carolina Prado

Transplante de cabeças, uma cabeça de cachorro que podia viver sem o corpo, choques elétricos que faziam um cadáver abrir os olhos e se movimentar. Coisa de filme de terror? Também. Mas esses filmes podem ter se inspirado em experiências reais. Quer ver? Então saca só a nossa lista com cinco das experiências científicas mais macabras já feitas.

1- O experimento que mostrou que somos assassinos em potencial
Em 1964, o pesquisador Stanley Milgram fez na Universidade de Yale um teste para provar que, diante de uma autoridade persuasiva, podemos virar assassinos obedientes. Milgram fingiu que a experiência era para determinar o efeito da punição no aprendizado. Ele chamou voluntários e fez um sorteio para determinar o aprendiz, que deveria responder a perguntas, e o professor, que deveria castigá-lo com choques de potência crescente a cada erro. O sorteio, no entanto, foi forjado, já que o aprendiz seria um ator. Quando os choques atingiam 150 volts, o ator chorava e gritava de dor. Os voluntários, nervosos, perguntavam o que deviam fazer, mas os pesquisadores respondiam que o choque não provocaria danos permanentes e que eles precisavam continuar. O resultado foi a obediência de 26 dos 40 participantes, que continuaram a aplicar os choques até a potência fatal de 450 volts. Alguns suavam e tremiam, outros riam histericamente – mas ninguém parou. E nenhum desistiu antes dos 300 volts.

2- O cachorro de duas cabeças
Na ânsia de provar a supremacia médica e científica da União Soviética durante a Guerra Fria, cientistas conduziam experiências dignas de filme de terror. Em 1954, Vladimir Demikhov mostrou a jornalistas sua criação horrenda: um cachorro de duas cabeças – e ambas “funcionando” (na demonstração para a imprensa as duas cabeças bebiam leite)! Para isso, enxertou cabeça, ombros e duas pernas de um filhote no pescoço de um pastor alemão. E não parou por aí: nos 15 anos seguintes, o russo fez outras 20 dessas criaturas, alegando que as experiências serviam para ajudar a descobrir técnicas para transplante de órgãos em humanos.

3- A cabeça de cachorro que vivia sem um corpo

Também obra dos soviéticos, mas desta vez bem antes: em 1928, o médico Sergei Brukhonenko criou uma máquina que, exercendo as funções de coração e pulmão, mantinha viva a cabeça de um cachorro. Viva mesmo: a cabeça respondia a estímulos e até se alimentava (ou quase isso, já que a comida não tinha pra onde ir depois de engolida). Teve até gente achando que era boa ideia ter a cabeça cortada e viver livre da preocupação com doenças, alimentação e vestimenta.

4- A prisão enlouquecedora de Stanford
O professor de psicologia Philip Zimbardo queria entender por que as prisões são locais tão violentos. Para isso, em 1971 ele e um grupo de pesquisadores criaram uma prisão artificial no porão da Universidade de Stanford e chamou voluntários (saudáveis e todos com ficha limpa) para se dividir no papel de prisioneiros e guardas. Mas as condições na prisão fake se deterioraram tão rapidamente que os prisioneiros começaram a fazer rebeliões logo no primeiro dia e os guardas se tornaram extremamente sádicos e autoritários, impondo castigos como privação de sono e comida. O negócio todo foi tão tenso (e intenso) que teve de ser interrompido em 6 dias (a intenção era durar duas semanas). O primeiro voluntário pirou em apenas 36 horas, berrando que se sentia como se estivesse queimando por dentro. Outro começou a ter erupções na pele por causa do estresse excessivo. O próprio Zimbardo começou a ter delírios e viu que estava na hora de acabar com o jogo quando se viu chamando a polícia de verdade.

5-Transplante de cabeça de macaco
Pensemos: se na Guerra Fria rolava aquela disputa para ver qual das duas potências da época (EUA e URSS) mandava melhor, entre outras coisas, no campo científico, você acha que os cientistas americanos ficariam de braços cruzados enquanto os soviéticos apareciam por aí com cachorros de duas cabeças? Exatamente: vinha coisa pior por aí. Em 1970, o médico cirugião Robert White realizou o primeiro transplante de cabeça de macaco do mundo. O macaco só sobreviveu por um dia e meio, mas o médico defende esse tipo de transplante em humanos que sofram de paralisia. Quem topa ser cobaia?

6- O choque que faz cadáver dançar
O professor italiano Luigi Galvani descobriu, em 1780, que impulsos elétricos poderiam mover membros de um sapo morto. Se com um sapo foi assim, o que dizer de seres humanos? O sobrinho do italiano, Giovanni Aldini, apareceu com a resposta – e viajou pela Europa fazendo showzinhos com ela. Em 1803, ele fez sua apresentação mais famosa usando o corpo do assassino executado George Forster. Primeiro aplicou correntes elétricas no rosto do morto, que se contorceu numa expressão de dor e abriu um olho. Depois, com fios presos na orelha e no reto, o cadáver começou uma dança macabra, socando e chutando o ar e arqueando as costas. Outros cientistas fizeram o experimento na tentativa de ressuscitar mortos, sem sucesso, é claro. Só o alemão Carl August Weinhold que conseguiu fazer o coração de gatinhos decapitados voltar a bater por uns instantes.

* Tem outros casos no livro “Elephants on acid: and other bizarre experiments”, de Alex Boese.

FONTE>http://super.abril.com.br/